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Botelho reforça ao governo implantação de políticas públicas de combate às queimadas

Redação

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Indicação de Botelho pede políticas públicas de combate e controle das queimadas em MT

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A sessão plenária de quarta-feira (23) foi marcada pela aprovação da indicação que pede ao governo do estado a inserção de políticas públicas de combate e controle das queimadas em Mato Grosso. O documento também será encaminhado à Casa Civil e às Secretarias de Meio Ambiente, de Desenvolvimento Econômico, de Infraestrutura e Logística e a Adjunta de Comunicação. 

De autoria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), a iniciativa contribuirá para a preservação do meio ambiente, evitando queimadas de grandes proporções, a exemplo do que acontece no Pantanal mato-grossense, onde inúmeros focos de queimada que já causaram danos irreparáveis à fauna e à flora. Botelho percorreu trechos do Pantanal no último fim de semana e constatou os prejuízos causados pelos incêndios na região.

Ele também solicitou, por meio de indicação, campanhas publicitárias para conscientizar a população sobre os cuidados necessários com o meio ambiente, principalmente no período de estiagem.

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Na indicação, Botelho destaca as mudanças climáticas em decorrência do aquecimento global, fenômeno que vem aumentando a temperatura do planeta Terra, com alterações drásticas no equilíbrio do ecossistema.

Ressalta que o maior questionamento que se tem com relação a este problema é se a espécie humana e o meio ambiente se adaptarão às mudanças. E reconhece os avanços no desenvolvimento intelectual e tecnológico jamais antes alcançados, mas que trazem resultados preocupantes com relação à preservação do meio ambiente.

O parlamentar defende estudos sobre as consequências das queimadas no bioma mato-grossense, não só com relação à emissão de CO2 e o aquecimento global, mas também com relação às alterações do período chuvoso, da flora e da fauna, que dependem do equilíbrio ambiental. Dessa forma, afirma Botelho, surge a necessidade da adoção de condutas capazes de amenizar e/ou resolver o problema com a inserção de políticas públicas, tendo em vista a capacidade do Estado em mobilizar recursos e pessoas e fazer o planejamento necessário para colocá-las em prática. 

Para ele, deve haver a preocupação não só com a complexidade que envolve a elaboração e execução das políticas públicas, mas também com o fato de elas atenderem aos anseios da sociedade, atentando-se para o tipo de intervenção do Estado na realidade social e seus impactos, bem como os benefícios.

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“Neste sentido, a presente indicação serve para nortear o poder público a adotar políticas públicas relacionadas ao controle das queimadas no estado de Mato Grosso”, explicou Botelho.

Fonte: ALMT

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Vencedoras do câncer de mama ganham Dia da Autoestima

Redação

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As três convidadas e a diretora da Assembleia Social, Dani Paula.

Foto: Karen Malagoli

Studio KA foi voluntário nos penteados.

Foto: Karen Malagoli

Thon Lopes doou as maquiagens.

Foto: Karen Malagoli

Antes de começar, um café da manhã! À direita, a presidenta da MTmamma, Cleuza Dias.

Foto: Karen Malagoli

O ensaio buscou captar as múltiplas belezas das mulheres.

Foto: Karen Malagoli

O câncer de mama atinge as mulheres em vários níveis: provoca medo dos riscos, dores, trata-se de um tratamento difícil e ataca a autoestima, em função da construção social da feminilidade, vinculada aos seios e aos cabelos. Por esse motivo, a Assembleia Social, em parceria com a MTmamma, convidou três mulheres para um Dia de Autoestima, em alusão ao Outubro Rosa.

A ação, realizada na última quinta-feira (22), ocupou o Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros – camarins, para maquiagem profissional e penteados, e palco, para um ensaio fotográfico com as estrelas do dia. O evento simbólico também ofereceu um café da manhã e um presente.

A Assembleia Social já é parceira regular da associação MTmamma – Amigos do Peito e, este ano, pensou em um formato sem grande concentração de pessoas, para não colocar em risco as assistidas. As três participantes do projeto – Maria Fátima Sassaki, Tânia Maria Espírito Santo e Vânia Silvera de Souza – já venceram o câncer e foram selecionadas pela entidade filantrópica parceira.

Essa é a terceira de quatro ações que a Assembleia Social está fazendo para o Outubro Rosa, em parceria com a MTmamma. O Teatro Zulmira Canavarros sediou a live de abertura do mês (em 30/09); a AL Social ofereceu 10 mamografias e 10 reconstruções da auréola mamária por micropigmentação; o referido Dia da Autoestima; e o show drive-in com o Trio Brasilis, no estacionamento do teatro, às 19h da próxima quinta-feira (29/10), como acolhida da Carreata de Encerramento da campanha Outubro Rosa em Cuiabá.

“Desde a reconstituição da auréola mamária até este ensaio fotográfico, é para lembrar que, acima de tudo, o corpo vale a pena, a presença vale a pena, a vida vale a pena. E elas são lindas, têm um brilho nos olhos, uma vontade de ensinar… a gente está muito feliz!”, contou sobre a ação a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

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A presidenta da MTmamma, Cleuza Dias, destacou a importância da autoestima para o tratamento. “O câncer mexe com dois ícones de beleza da mulher – o cabelo e a mama – e, quando ela está em tratamento, não tem renovação celular. Portanto, é extremamente importante toda ação de resgate da autoestima, porque ela melhora a imunidade, o bem estar geral”. Cleuza também avaliou a ação pontual neste ano atípico: “As assistidas são muito sinestésicas, gostam de abraços, de contato… e este ano nós tivemos que ficar mais afastadas. Então, esta foi uma oportunidade impar para reunir, mesmo que em número pequeno de mulheres”, celebrou.

A manhã especial contou com café da manhã fornecido pela ALMT, maquiagem de Thon Lopes Make-up, penteado por Studio KA Hair Stylist, ensaio fotográfico com a fotógrafa da AL Social, Karen Malagoli, e kits de perfumaria fornecidos pela Droga Geral. Além do álbum virtual, cada convidada recebeu três fotos impressas.

“O que mais me motiva é elas se olharem no espelho e falarem: ‘tô bonita’”, comenta Thon Lopes. “Meu objetivo é acolher”, completa Keligiani Leão, do Studio KA.

 

As três convidadas

As assistidas contaram suas histórias para a equipe e emocionou a todos. Maria Fátima venceu o câncer há 15 anos. Passou por um tratamento de cinco anos, que incluiu quimioterapia, radioterapia, retirada de um quadrante da mama. Mas Fátima, segura de si, não teve sua autoestima atingida. “Caiu todo o pelo do corpo todo, mas eu tirei de letra isso [ficar careca]”, comentou.

Hoje, Fátima é voluntária na associação e auxilia outras mulheres no processo de tratamento. “Eu não gosto de dar palestras, mas eu vou lá [na MTmamma] e converso com elas, ajudo as meninas”.

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Tânia Maria foi diagnosticada em 2010, em um exame posterior a uma plástica de redução de mama. “O médico falou um nome que eu nunca tinha ouvido, parecia um palavrão”, comentou sobre o acometimento da doença. O pequeno nódulo encontrado era maligno. Começou a quimioterapia logo em seguida, teve muito vômito, perdeu os cabelos. Dois anos depois, sofreu uma recidiva (reaparecimento da doença) e passou pela terceira cirurgia na mama (uma plástica e duas pelo câncer). Em 2018, passou por uma metástase na axila (quando o câncer se espalha para outro órgão).

“Na primeira vez que eu perdi o cabelo, eu me senti muito mal. Usei lenço, peruca, mas não me adaptei. Então, eu assumi a careca”, conta. Tânia segue o tratamento pelo SUS e comemora o atendimento público: “ainda bem que a gente tem essa oportunidade”. E aproveita todas as atividades da associação – suspensas durante a pandemia – como hidroginástica e dança do ventre, ministradas por voluntárias.

Vânia é a convidada que tem histórias mais recentes com o câncer. Foi diagnosticada em 2016 e estava em processo de remissão – período de 10 anos de acompanhamento, para considerar a cura – sem recidiva. Em maio deste ano, chegou o dia do grande sonho: a cirurgia de reconstrução mamária.

Infelizmente, Vânia contraiu a Covid-19 no hospital e passou por cenas de pesadelo. Teve problemas de cicatrização na cirurgia e conflitos para conciliar o protocolo de atendimento de pacientes de câncer com as normativas de atendimento ao coronavírus. “Foi uma fatalidade”, comentou sobre o fato, tendo em vista de que não havia casos do vírus no hospital.

Como a cicatrização não aconteceu como o esperado, ainda precisaria refazer a cirurgia de reconstrução da mama, mas não sente mais a urgência que sentia. Vânia tem um filho de 13 anos e não quer correr riscos. “Aprendi a valorizar a vida e minimizar a estética. Percebi que a beleza já é viver”.

As três guerreiras ficaram muito felizes com o convite de um momento de cuidado e a eternização dessa vitória, por meio das fotos. Fátima resumiu como “tudo de bom”, Tânia destacou o quanto “a gente se sente importante” e Vânia chamou de “presente”. “Todo movimento feito para engrandecer e estimular a mulher, que é luz, é lindo”, refletiu a sorridente e iluminada Vânia.

Fonte: ALMT

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