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Deputado Claudinei acompanha situação do Hospital Regional de Rondonópolis

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Com o colapso da saúde em Mato Grosso, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) acompanha a situação das unidades de saúde de Rondonópolis (MT) neste período de enfrentamento à Covid-19. Tanto que chegou a apresentar o requerimento de n.° 108/2020 à Secretaria de Estado de Saúde (Ses-MT) para obter informações relacionadas ao efetivo de profissionais, medicamentos e equipamentos de proteção individual – EPIs do Hospital Regional de Rondonópolis.

“Rondonópolis, na verdade, é a minha base. Moro há 13 anos neste município e honro os 17 mil votos que obtive dos rondonopolitanos. É mais que justo lutar junto com a população e região, que também depende do sistema de saúde do município. Neste cenário difícil que vivemos com o novo coronavírus, não podemos deixar de acompanhar a saúde. Eu tenho uma equipe de assessores aqui, e conforme as demandas apresentadas já vou atrás de soluções com o governo estadual e articulação junto aos parlamentares federais”, explica Claudinei.

EPIs

 Nesta última quinta-feira (9), a Ses-MT realizou a entrega de equipamentos para o hospital regional, sendo confirmado pela diretora geral do hospital, Kênia de Lima Gomes. “A compra foi feita pela Secretaria [de Estado de Saúde]. Consta na aquisição: máscaras cirúrgicas, aventais, protetores faciais, óculos de proteção, macacões permeáveis, luvas, álcool em gel 70% – que agora temos que constar na lista, entre outros materiais. Na verdade, tudo que chegou veio reforçar o que já tinha no hospital”, explica.

Um dos questionamentos do deputado Claudinei ao requerimento foi se havia a falta de EPIs para os profissionais da saúde que estão na linha de frente da Covid-19 na unidade de saúde. A diretora Kênia afirmou que o hospital não teve carência de EPIs, nem antes ou durante a pandemia.  “Nós fazemos a aquisição, como a Secretaria do Estado [de Saúde] também. Não ficamos sem EPIs um dia se quer. Temos documentos que comprovam que está tudo sob controle”, justifica.

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Ela acrescenta que a distribuição dos equipamentos de proteção aos profissionais é feita pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar junto com a equipe da Segurança do Trabalho do hospital e que segue todos os padrões de proteção que cada setor precisa.

Medicamentos

A diretora-geral conta que a situação dos medicamentos já não segue a linha dos EPIs, pois há falta de remédios para o enfrentamento da Covid-19. “Muitos fornecedores tem prazos para entrega. É algo que está em falta no mercado nacional. Não acontece só em Mato Grosso”, explica Kênia, que cita ainda as principais medicações para o tratamento de infectados pelo vírus – que são a hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina.

“Não era padrão em nenhum hospital. A gente tinha um estoque pequeno de azitromicina que é um antibiótico para atender outras enfermidade. Mas, a quantidade agora não é suficiente para atender a Covid. Hoje está em falta, mas temos hidroxicloroquina e ivermectina, mas dependemos dos prazos dos fornecedores”, pontua Lima.

Em relação ao sedativo, que é principalmente aplicado em pacientes internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), Kênia explica essa falta já teve repercussão na mídia nacional, mas que o hospital trabalha com substitutivos que atendem o tratamento. “Ainda não tivemos nenhum paciente de urgência e emergência que ficaram sem ser atendido por falta de sedativos. A Ses tem outras medicações que garantem o atendimento de excelência”, diz.

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Efetivo de Pessoal

Em resposta da Ses-MT, no mês de junho, o deputado Claudinei foi informado que o Hospital Regional contava com 653 servidores. Logo, a diretora- geral acrescenta que houve um aumento do efetivo de pessoal que, atualmente, já está com cerca de 700 profissionais devido ao enfrentamento à Covid-19.

Leitos

 Kênia conta que dos 131 leitos que existiam no mês passado, houve o aumento de leitos clínicos para um total de 153. Desta quantidade, a diretora explica que os leitos exclusivos para pacientes com a Covid foram distribuídos em 10 de UTI, 48 de enfermaria e dois de isolamento para manter os enfermos distantes de outros que estejam com outras comorbidades.

Ela ressalva uma dinâmica diferenciada para o atendimento aos enfermos de Covid. “Normalmente, não tem médico presencial, mas que faz a visita pela manhã, olha e vai embora. Na clínica Covid, temos dois médicos disponíveis pela manhã e tarde. Eles monitoram o dia todo, com equipe de enfermagem e fisioterapia, o que garante um cuidado aprofundado e especifico para cuidar destes pacientes”, comenta.

O Hospital Regional Saúde Rondonópolis é referência na região sul de Mato Grosso que realiza atendimento por meio da Central de Regulação, Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Pandemia – Na última atualização do Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Rondonópolis, do dia 12 de julho, já são 3.023 casos confirmados de Covid-19, com 108 óbitos.

Fonte: ALMT

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Delegado Claudinei sobrevoa áreas do Pantanal mato-grossense atingidas pelas queimadas

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

 O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), nesta sexta-feira (14), realizou sobrevoo nas áreas do Pantanal mato-grossense, em Poconé (MT), que foram impactadas por incêndios florestais. Essa agenda foi acertada na última reunião extraordinária da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), presidida por ele e com a presença do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM-MT), coronel Alessandro Borges.

A região do Pantanal já teve mais de 100 mil hectares de área destruída pelas queimadas, sendo que deste total – cerca de 35 mil atingiu uma unidade de conservação. “Este cenário não só impacta as comunidades tradicionais indígenas, ribeirinhos, os animais e a vegetação existente – como interfere nas mudanças climáticas e no ar atmosférico. Estamos em uma situação de alerta”, posiciona Claudinei.

De acordo com Borges, para o combate e repressão às queimadas no Pantanal, o CBM definiu a atuação de 32 militares que ficam 24 horas por dez dias na região. “É um trabalho contínuo. Não é um trabalho que começa agora, em agosto e setembro. No início do ano, é um trabalho forte de prevenção e preparação. No período de chuva, geralmente de janeiro a maio, promovemos atividades preventivas com audiências públicas. No final do ano, é o momento de buscar a reparação dos danos e preparar para um planejamento estratégico para o ano seguinte”, esclareceu o comandante-geral.

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Sobrevoo 

Como presidente da Comissão de Segurança Pública, Delegado Claudinei acompanhou todo o trabalho realizado com a integração dos Corpos de Bombeiros de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Forças Armadas e Marinha do Brasil, Força Aérea Brasileira, Força Nacional de Segurança (FNSP), entre outras importantes instituições. A missão ocorreu na base de apoio para a repressão aos incêndios florestais, localizada no Sesc Pantanal, em Poconé.

“Estávamos juntamente com as equipes do Corpo de Bombeiros, do governo estadual e federal, deputado Elizeu Nascimento (DC), acompanhando a missão deste pessoal. Sobrevoamos o Pantanal e deparamos com focos de incêndios e queimadas. Realmente, é uma situação muito grave e preocupante”, preocupa Claudinei.

Ele explica que a ação é bastante rápida, em que os aviões carregam três mil litros e despejam nas áreas atingidas pelas queimadas. “Já são mais de 70% da área queimada que foram controladas, com este trabalho integrado. Essa operação é muito importante e está salvando o nosso Pantanal mato-grossense. Uma situação muito triste para a fauna, flora e o meio ambiente”, esclarece o parlamentar.

PLC

Neste ano, no dia 26 de maio, Delegado Claudinei apresentou na Assembleia Legislativa, o  Projeto de Lei Complementar  n.º 32/2020 que tem como objetivo acrescentar dispositivo na Lei Complementar n.º 233/2005 para autorizar o órgão ambiental a antecipar o período restritivo ao uso do fogo no estado de Mato Grosso, em situações de calamidade pública e emergências.

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“Infelizmente, não foi possível ter antecipado o período de proibição das queimadas devido o projeto ainda estar em fase de tramitação na Casa de Leis. O Decreto de n.º 638/2020 que se refere ao período proibitivo para as queimadas já entrou em vigor no dia 15 de julho e, infelizmente, vai se estender até o dia 15 de setembro. Neste cenário da pandemia da Covid-19, considero que é preciso prorrogar ainda mais este período, pois evitará a ampliação desta problemática na saúde pública devido ao aumento de doenças respiratórias”, salientou o parlamentar.

Inpe – Conforme levantamento apontado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma Pantanal apresentou uma grande quantidade de focos de incêndio e queimadas, no primeiro semestre deste ano. Os dados assinalam 4,2 mil focos de incêndios e 846,7 mil hectares de área que foram impactadas com as queimadas.

Mato Grosso é considerado um estado brasileiro que conta com três biomas em seu território: Pantanal, Cerrado e Amazônia.

Fonte: ALMT

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