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Dono de canal no YouTube que transmitiu atos antidemocráticos é identificado

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Foto: George Marques/Twitter

Manifestação a favor de Bolsonaro, tinha cartazes que pediam intervenção militar

O dono de um canal bolsonarista que transmitiu os atos antidemocráticos foi identificado pelo inquérito que investiga quem são seus realizadores e financiadores. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

De acordo com as apurações, se trata do canal Foco no Brasil, que antes recebia o nome de Folha de Brasil. Ele é administrado José Luiz Bonito, conhecido como Roberto Boni e também por ser sósia de Roberto Carlos, e pela empresa Folha do Brasil Negócios Digitais, que é controlada por Anderson Azevedo Rossi. A apresentação dos vídeos é feita pelo palestrante motivacional Cleiton Basso.

Quando o canal ainda tinha seu nome antigo, dias antes da operação do inquérito ter sido deflagrada, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recomendou o canal durante uma transmissão ao vivo. “Não é porque fala bem, não. É porque fala a verdade”, argumentou.

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Nas manifestações, os participantes diziam palavras de ordem e pediam o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso, bem como a intervenção das Forças Armadas e a instauração de um novo AI-5, ato que tornou a ditadura ainda mais repressora no Brasil, fechando inclusive veículos da imprensa.

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POLÍTICA NACIONAL

Ex-assessores citados em “rachadinha” de Flávio Bolsonaro continuam com cargos

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flávio bolsonaro
Pedro França/Agência Senado

Flávio Bolsonaro está sendo investigado por esquema de “rachadinha” na Alerj

Funcionários do antigo gabinete do então  deputado e atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) continuam em cargos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), mesmo sendo alvo de medidas judiciais na investigação do esquema de ” rachadinha “.

Ao menos doze ex-assessores seguem com empregos garantidos no legislativo do Rio, dos 69 que trabalharam com o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), entre janeiro de 2007 e dezembro de 2018.

A quebra do sigilo bancário dos ex-assessores foi solicitada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), com base em indícios de que pode ter ocorrido algum tipo de irregularidade na administração dos salários.

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As investigações apontam que há relação entre alguns dos ex-assessores com Fabrício Queiroz, operador financeiro do esquema de “rachadinha” do gabinete de Flávio Bolsonaro.

Os seguidores permanecem no cargo porque não houve denúncia formal e não respondem judicialmente. A maior parte dos auxiliares que estão sob investigação mantém relação com a família Bolsonaro e seus aliados.

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