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Parceria entre Assembleia Social, BPW Cuiabá e Igreja de Jesus Cristo distribui mais de 9 mil máscaras de proteção

Redação

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Desta vez, foram contempladas quatro instituições filantrópicas

Foto: Karen Malagoli

Mais 1200 máscaras faciais de tecido foram entregues a instituições filantrópicas na segunda-feira (14), no foyer do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, mediante parceria entre a Assembleia Social, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e a BPW-Cuiabá. Com o novo repasse, o número chega a 9260 máscaras.

O projeto “Mãos que ajudam a salvar vidas” previu repasse de tecido e insumos (como linhas e agulhas) por parte da AL Social e da BPW e a Igreja de Jesus Cristo disponibilizou fiéis voluntários para a produção. Com as quatro últimas entidades filantrópicas, foram atendidas 13 instituições e os moradores dos bairros circunvizinhos às unidades da igreja parceira.

Nesta entrega, receberam 500 máscaras a Central Única de Favelas de Mato Grosso (Cufa-MT), 600 máscaras distribuídas igualmente para a Igreja Assembleia de Deus (da região do CPA, em Cuiabá), a Cooperativa de Consumo do Estado de Mato Grosso (Cocemat) e a Igreja Assembleia de Deus Jesus Virá, e outras 100 serão distribuídas conforme demanda da Assembleia Social.

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O tesoureiro da Cufa-MT, João Vitor da Silva Santos, apontou que as máscaras serão muito importantes ainda neste momento, pois há muitas famílias precisando, especialmente das infantis. “Ainda temos famílias em necessidade, porque está aumentando o número daquelas abaixo da linha da pobreza. Estamos lutando para amenizar o sofrimento dessas pessoas”, conta.

O diretor da Cooperativa de Consumo do Estado de Mato Grosso (Cocemat), Alceu Salvador de Lara, agradeceu as doações e contou que as máscaras serão distribuídas para a comunidade do bairro 1º de Março (em Cuiabá) e para os associados. “É uma forma de levar a conscientização para a nossa comunidade, porque passamos por uma pandemia ainda não superada”, avaliou.

Esta ação é o fortalecimento das iniciativas conjuntas entre a Assembleia Social e a igreja voluntária. “Temos uma parceria antiga com a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, já com Oficinas de Armazenamento de Alimentos e outros cursos na comunidade. E agora, com a pandemia, surgiu esta parceria tão bonita, tão solidária”, explicou a diretora da AL Social, Daniella Paula Oliveira, reforçando que “estamos de braços abertos, sempre, para fortalecer parcerias como essa, que pensam no bem comum”.

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“A Assembleia Social já é parceira nossa há alguns anos. Este ano, em razão da pandemia, nós optamos pelo projeto ‘Mãos que ajudam a salvar vidas’. Já entregamos máscaras para três presídios, para estas quatro entidades de hoje e para associações de moradores, de mulheres negras e outras instituições como a ONG Autoestima. Com isso, atendemos vários bairros de Cuiabá e Várzea Grande”, finaliza a diretora de Assuntos Públicos da Igreja de Jesus Cristo da estaca Cuiabá, Maria Nascimento Tezolin.

Fonte: ALMT

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Silvio Fávero é autor de projeto para entrega de alimentos a famílias afetadas pelo coronavírus

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Projeto do deputado Silvio Fávero foi aprovado em segunda votação

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Em apoio às famílias financeiramente afetadas pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o deputado estadual Silvio Fávero é autor do Projeto de Lei nº 293/2020, que institui o Programa Emergencial de Distribuição de Alimentos.

O projeto foi aprovado em segunda votação, em sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na quarta-feira (23), e segue para sanção do governo do estado.

“Nos últimos meses, milhares de famílias mato-grossenses tiveram suas rendas afetadas com as medidas de isolamento social que perduraram, principalmente, entre os meses de março e julho de 2020. O objetivo desta lei é promover a segurança alimentar das famílias afetadas pela pandemia mundial, em especial as mais carentes, ainda sem perspectiva de recuperação”, argumentou Fávero.

Estão previstos no projeto de lei, o atendimento prioritário de mulheres, chefes de família em situação vulnerabilidade social, desempregados, trabalhadores informais, microempreendedores individuais e prestadores de serviços com a renda prejudicada.

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“O objeto é contemplar cidadãos que, antes do isolamento, trabalhavam sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, trabalhadores por ‘conta própria’ sem CNPJ e empregadores sem CNPJ, além do trabalho familiar, por exemplo. Isto é, perderam a fonte de renda, sustento, inclusive para aquisição de alimentos”, completou Fávero.

Fonte: ALMT

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