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Suspeita de plágio em dissertação de ministro da Educação será apurada, diz FGV

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Carlos Alberto Decotelli falando ao microfone em sua cerimônia de posse no FNDE
Luís Fortes/MEC

Carlos Alberto Decotelli em sua cerimônia de posse no FNDE

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou por meio de nota neste sábado (27) que vai apurar as  suspeitas de plágio em uma dissertação de mestrado do recém-empossado ministro da Educação, o professor Carlos Alberto Decotelli, de 2008. O apontamento da cópia foi feito em publicação no Twitter pelo economista Thomas Conti.

Segundo Conti, o ministro citou trechos na dissertação idênticos a um relatório do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) para a Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

“A Fundação Getúlio Vargas vai apurar os fatos referentes à denúncia de plágio na dissertação do Ministro Carlos Alberto Decotelli. A FGV está localizando o professor orientador da dissertação para que ele possa prestar informações acerca do assunto”, informou a instituição de ensino.

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No Twitter, Conti escreveu que “para quem não tem familiaridade com o mundo acadêmico, […] não se copia e cola trechos escritos por outra pessoa sem deixar claro que é uma citação e de onde vem a citação. Ainda mais em trechos longos assim” ao criticar o ato de Decotelli.

Apesar de ter sido nomeado para o Ministério da Educação há menos de uma semana, essa é a segunda vez que Decotelli gera polêmica por conta de sua vida acadêmica. Isso porque seu título de doutor também está sob questionamentos. 

Em outro tuíte,  o reitor da Universidade Nacional de Rosário, Franco Bartolacci, disse que Decotelli não concluiu o curso de doutorado que ele diz ter. 

Inicialmente, o ministro negou a declaração de Bartolacci e chegou a mostrar certificado de conclusão das disciplinas do doutorado. “É verdade. Pergunte lá para o reitor”, disse Decoletti ao jornal O Estado de São Paulo.

Ao final do dia desta sexta-feira (26), no entanto, Decotelli,  atualizou o seu currículo na plataforma Lattes, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele passou a declarar que teve “créditos concluídos” no curso de doutorado, em 2009. Outra mudança que ele foi no campo relacionado ao orientador, no qual ele assinalou “Sem defesa de tese”. 

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Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

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Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL
Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio , que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

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Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

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Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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