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Ulysses Moraes fiscaliza obra parada em Barra do Garças

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Deputado Ulysses Moraes destinou quase R$ 1 milhão em emendas para a obra

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado Ulysses Moraes (PSL) realizou, no último final de semana, uma fiscalização na obra do centro de convenções do município de Barra do Garças, que está paralisada. O parlamentar já havia feito uma fiscalização no local e destinado quase R$ 1 milhão das suas emendas parlamentares para conclusão dessa obra, mas o governador Mauro Mendes não efetivou o pagamento. 

“Essa situação é uma vergonha. Essa obra começou em 2014 e até agora nada de ser concluída. Até tivemos notícias de que seria retomada, mas fomos conferir de perto e não tem ninguém trabalhando por lá. Destinei quase R$ 1 milhão das minhas emendas para conclusão dessa obra, mas Mauro Mendes não pagou. Isso é uma vergonha” disse Moraes.

Orçado em mais de R$ 6 milhões, teria capacidade para 2,5 mil pessoas sentadas e 3 mil em pé, além de um auditório para 522 pessoas sentadas, em 3,4 mil metros quadrados de área construída.

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“Esse centro de convenções seria de grande importância para o Vale do Araguaia, porque incentivaria a participação de vários eventos e movimentaria o turismo da região, mas infelizmente os gestores parecem que não estão preocupados com isso”, destacou o parlamentar. 

Ulysses Moraes destaca que irá fazer um requerimento de informações pedindo os detalhes do que está acontecendo com essa obra, que deveria ter sido concluída em 2017 e até o momento está sem conclusão e sem previsão. “Vamos pedir providências para essa obra e eles vão precisar nos responder, continuaremos cobrando, não dá para deixar mais uma obra parada em Mato Grosso”, finalizou o deputado.

Fonte: ALMT

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No dia Mundial de combate a AIDS, o alerta sobre prevenção, diagnóstico e tratamento precoces ganha ainda mais destaque este ano com a pandemia

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Foto: MARIA A NASCIMENTO TEZOLIN / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO

O cuidar constantemente do paciente com HIV e combater o preconceito que ainda envolve a doença são desafios que persistem desde a sua descoberta e que fazem parte da bandeira de conscientização do Dia Mundial de Luta contra a AIDS, celebrado todo 1º de dezembro. Mas, este ano, uma nova preocupação marca essa batalha que é a forma como a pandemia do novo coronavírus tem afetado a procura por exames e principalmente afastado portadores do HIV dos hospitais e postos de saúde.

Em Mato Grosso, este ano, foram notificados até agora 650 novos casos, sendo 412 portadores do vírus HIV e 238 com manifestação da AIDS, conforme levantamento da Secretaria de Saúde do Estado. Os números representam uma queda de mais da metade em relação ao ano passado quando foram contabilizados 1467 casos.

Esses dados, segundo a superintendente em Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes preocupam porque acendem uma alerta por representar uma diminuição nos protocolos de testagem, e consequentemente nos diagnósticos precoces que permite um tratamento mais eficaz com garantia de maior qualidade de vida para os portadores.  “A desmobilização ou interrupção dos serviços de combate ao HIV afeta significativamente quem já convive com o vírus, mas também quem ainda pode desenvolvê-lo. E pior que isso, também significa uma desafio no monitoramento que permitem desenvolver ações de controle” afirma. 

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Alessandra explica que o diagnóstico e tratamento precoces do HIV são fundamentais para preservar o sistema imunológico e garantir uma boa resposta ao tratamento. “O exame que detecta a presença do vírus, leva 15 minutos para ficar pronto. E quanto ao tratamento, quanto antes iniciar o uso dos medicamentos, mais cedo o vírus se torna indetectável e não é mais transmitido por aquele paciente”, explica a superintendente.

O protocolo ofertado hoje pelo sistema público disponibiliza além centros específicos para atendimento multidisciplinar de cuidados médicos para os pacientes de AIDS, assim como também disponibiliza medicamentos bloqueadores considerados de primeira linha por causar pouco ou nenhum efeito colateral aos portadores do vírus, garantindo uma maior qualidade de vida. “Tudo isso foi comprometido com efeitos da pandemia que dificultou o acesso dos pacientes e o mapeamento e acompanhamento da doença no estado” lamenta Alessandra.

Ela alerta que as infecções por HIV ainda são um problema grave de saúde pública, que necessitam de atenção da continuidade dos programas de atendimento e monitoramento. “Se, que se deixarmos de ter o controle de infecções e descontinuarmos os programas, o número de infectados e mortes vai começa a aumentar”, alerta.

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Legislações Estaduais: Muitos avanços foram feitos no tratamento da AIDS, existem leis que protegem os direitos dos infectados e muito se sabe sobre a doença e seu agente causador. Entretanto, as populações ainda têm dúvidas sobre os métodos de transmissão da doença e ainda persiste o estigma e a discriminação.

Em Mato Grosso, ao todo existem hoje 11 PLs e 6 leis que regulamentam políticas para pacientes com AIDS ou ações para evitar a transmissão da doença.

AIDS – doença causada pelo vírus HIV. Ela afeta o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças, o vírus da AIDS (HIV) destrói as células brancas do organismo, responsáveis em proteger e combater doenças no corpo humano. Com a destruição das defesas do organismo, o corpo fica bastante fragilizado e propício a ser atacado por inúmeras doenças, como pneumonias, infecções, herpes e até mesmo alguns tipos de câncer.

É importante lembrar que ser portador do vírus HIV não é a mesma coisa que ter AIDS, algumas pessoas convivem com o vírus no organismo sem que ele se manifeste. Este entre outros fatores torna difícil e muitas vezes tardio o diagnóstico da doença, por isso acima de tudo o essencial é a prevenção.

Fonte: ALMT

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